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Uma das razões para isto acontecer é a elevada expectativas dos empreendedores quanto às suas ideias, pedindo um grande montante de dinheiro que acaba por não ser financiado. Desta forma, Scott avaliou o sucesso do projecto e percebeu que o produto estava aprovado pelo mercado. Tornou-se num dos financiamentos mais bem sucedidos angariando 1 milhão de dólares em encomendas. Temos o caso de Scott Wilson, antigo designer de relógios na Nike, que teve a ideia de criar pulseiras onde o iPod nano se encaixava.
- Estratégia de redes sociais adaptada a plataformas que alumni jovens usam.
- Conteúdo TikTok encontrando alumni jovens em plataformas emergentes.
- Por exemplo, caso os montantes não sejam angariados nos prazos definidos, o dinheiro terá de ser devolvido ou, em alternativa, fixado um novo prazo.
- Fundada em 2017 e com mais de 200 milhões de projetos financiados desde 2019, a Urbanitae escolheu Portugal e França para iniciar o seu processo de internacionalização, informou a empresa espanhola num comunicado.
- É essencial analisar cada projeto, verificar o historial dos promotores e compreender bem os termos do investimento.
UBI em estudo sobre crowdfunding em Portugal
As taxas de juro brutas variam, em geral, entre 4% e 8% ao ano, embora a maioria dos projetos se situe na faixa dos 4% a 6%. Apesar de alguns projetos oferecerem uma taxa de juro bruta de cerca de 6% ao ano, quando somamos os custos com comissões e impostos, a rentabilidade líquida efetiva desce para valores na ordem dos 3,7% anuais. No entanto, a empresa alterou a sua política e passou a cobrar comissões também aos investidores, entre 10% e 12% sobre os juros brutos recebidos. Um investidor singular, por exemplo, não pode ter investimentos superiores a 10 mil euros no período de 12 meses.
Arrecadação de fundos
O seu papel é promover a cooperação e a partilha de recursos e conhecimento dentro da rede, a fim de melhorar os recursos e serviços disponibilizados aos empreendedores boaboa.pt e empresas incubadas. A operação foi promovida em colaboração com a Caler Real Estate Advisory, uma empresa especializada em investimento, gestão e otimização de carteiras imobiliárias. Posteriormente, os apartamentos serão arrendados ao operador internacional Numa Group, garantindo assim uma fonte estável de rendimento para os investidores.
O mercado de crédito malparado: a raposa a guardar o galinheiro
É o lema do “grão-a-grão enche a galinha o papo” aplicado ao investimento particular. Em 2021, ano recorde até então, esse montante saltou para R$ 188,2 milhões. Além disso, os portais que mediam esses financiamentos também precisam estar registrados na CVM. Esse tipo de financiamento passou a ser regulamentado em 2017, quando passou a valer a Instrução Nº 588, da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Somente os chamados “investimentos coletivos” são regulados no Brasil. O organizador deve manter um canal aberto de comunicação com os apoiadores, divulgando o andamento do projeto e obedecendo às promessas feitas aos financiadores.
O mercado em Portugal é muito mais pequeno. O projecto português Ziphius, um drone aquático da portuguesa YDreams, angariou cerca de 113 mil euros. Com estes conhecimentos, estás agora preparado para tomar uma decisão informada e embarcar numa viagem de crowdfunding bem sucedida.
Nos últimos tempos têm-se multiplicado as notícias a dar conta da existência de plataformas que permitem a que pequenos investidores possam, na medida das suas possibilidades, investir no imobiliário. O investimento médio ronda os 800 euros e a empresa garante que cerca de 30% dos investidores voltam a investir, depois de experimentar. No caso espanhol, estes investimentos são tributados como dividendos, sendo considerados pelas Finanças daquele país como rendimentos de capital imobiliário que tributam no IRPF (equivalente ao IRS português). “É para as micro e pequenas empresas portuguesas, que procuram financiamento à roda dos 20 mil euros e que normalmente têm dificuldades” em aceder a crédito, explica Afonso Eça. Barreiras no investimentoEsta é uma questão que é vista com alguma preocupação por Afonso Eça, um dos fundadores de uma plataforma online de empréstimos a empresas chamada Raize. Uma das novidades é a criação de um limite ao dinheiro que cada pessoa pode aplicar nas plataformas de investimento e de empréstimos.
Acompanha toda a informação imobiliária e os relatórios de dados mais atuais nas nossas newsletters diária e semanal. “Por isso, queremos aproveitar o nosso historial em Espanha e o sucesso do modelo que consolidámos para ocupar uma posição relevante neste mercado”, sublinha. Portugal e França são os dois primeiros mercados no roteiro do plano de internacionalização da Urbanitae, que conta finalizar a sua entrada em Itália nos próximos meses. Já Simão Cruz, diretor nacional da Urbanitae em Portugal, refere que “o financiamento participativo está a crescer rapidamente em Portugal. Diego Bestard, CEO da Urbanitae, afirma que “queremos aproveitar o nosso historial em Espanha e o sucesso do modelo que consolidámos para ocupar uma posição relevante neste mercado”.
De acordo com João Távora, CEO da Housers Portugal, “o facto de termos atingido rapidamente este número expressivo de utilizadores, essencialmente de forma orgânica, mostra como o setor imobiliário é atrativo para os portugueses e comprova o potencial do crowdfunding em Portugal. "Fazemos um estudo de mercado e são os investidores que decidem investir ou não", escusando-se assim a apresentar rentabilidades médias. Se no final desse tempo, não se consegue o valor da operação de compra, então o dinheiro obtido é devolvido aos investidores. Neste caso, o investidor converte-se em copromotor, assumindo todos os direitos e obrigações de um promotor imobiliário tradicional.
Consciente das potencialidades do crowdfunding no imobiliário, o JPS Group, que está a desenvolver um dos maiores projetos na região de Lisboa em matéria de construção nova, o SkyCity, é um dos primeiros a apostar neste conceito. A diferença entre o crowdfunding e um fundo de investimento imobiliário é que, no primeiro caso, o investimento é sobre um produto específico. Para quem ainda está a familiarizar-se com este conceito, pode dizer-se, de uma forma simples, que consiste em juntar o capital de vários investidores para desenvolverem os projetos, sendo depois a rentabilidade distribuída por quem investiu.
Esta plataforma logo se encarrega de repartir os ganhos dos investidores. Housers também não tem o dinheiro dos investidores no seu poder, sendo este gerido por uma entidade de pagamentos, Lemon Way, que funciona como um PayPal. Ou seja, por detrás de cada compra de um ativo imobiliário há uma sociedade limitada, o que significa que o investidor decide investir a partir de 50 euros no imóvel compra uma participação social da sociedade limitada. "A grande diferença de Housers com outras plataformas é que há sociedades limitadas por detrás", assinala o responsável. Aliás, se algum projeto não funciona de acordo com o esperado, são os próprios investidores que assumem o risco e as perdas económicas.
A maior parte dos projectos que solicitam financiamento via crowdfunding não incluem desenhos técnicos detalhados na descrição mas somente o suficiente para os apoiantes avaliarem e decidirem contribuir para o projecto. Após iniciares sessão na plataforma, basta abrires a área pessoal e clicar em as minhas campanhas.Também podes verificar o estado do financiamento na barra de progresso, mostrada em cada listagem de campanhas, que indica a percentagem conseguida até ao momento. Por exemplo, se um projecto necessita de 5000 euros para se concretizar mas apenas 100 euros foram angariados durante a campanha, a concretização do projecto estará em causa, bem como a entrega das recompensas associadas; neste caso, o mais justo será devolver o montante angariado aos apoiantes. O retorno do seu investimento depende do sucesso do projeto desenvolvido através da campanha de em que invista. Regra geral, os primeiros investidores na campanha de crowdfunding podem ser a própria família e os amigos mais chegados uma vez que já o conhecem, confiam em si e decidem ajudar. Para efeitos da realização do investimento em sede de financiamento colaborativo é obrigatória a intervenção da entidade autorizada à prestação de serviços de pagamento, de acordo com as normas legais e regulamentares que regem a respectiva actividade.
